terça-feira, 17 de maio de 2011

Ou seja, somos humanos.

Coloquei aqui a minha foto versão massinha, mais light, menos rugas, nenhum cabelo branco. Mais divertido.

Por trás, existe sim uma pessoa [sem cara de espanto e sarcasmo, por favor!].


Essa semana eu fui testar a minha humanidade. Corrijo, fui testar a minha não-humanidade e caí [novamente] na real de que sou humana. Várias coisas para fazer, muita vontade, mas também muito cansaço. De nada adianta querer e meu corpo me acompanhar, eu pensava nesses momentos. Aliás, essa frase eu vou guardar para a posteridade, porque quando ficar bem velhinha acredito que vou usar muito.
E, engraçado, quando se está mergulhado nessa situação, pouco enxergamos [racionalmente]. Só sentimos o desespero de não conseguir atingir seu objetivo.
Aí vem a importância do outro. Qualquer outro - pai, mãe, irmão, amigo, namorado - com o qual você tenha um vínculo, forte o suficiente para se abrir e contar tudo o que está sentindo. E aí ele vem, te acolhe, escuta e dá um retorno a você. E você pensa: como não pensei nisso antes? Pra quê fiz uma tempestade num copo d'água? E então a tempestade se transforma em calmaria.

Sempre que puder, valorize o outro. Ele pode tanto te ajudar quanto estar precisando de ajuda.

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