sexta-feira, 9 de julho de 2010

A angústia das férias forçadas

Já se foi a época em que termnar uma faculdade era sinônimo de emprego garantido.

Hoje as pessoas se qualificam mais e mais e mais e acabam: se qualificando mais ainda, porque a fonte nunca seca; vivendo "eternamente" com seus pais (e às custas deles), podendo ser classificados como adultescentes; desempregados porque o mercado está saturado; e por aí vai.

E o tempo vai passando, e você continua, pra não dizer à toa, se especializando. É o meu caso. Já formada, mas fazendo uma especialização, e estudando para concursos (na minha área, de preferência).

E você vê os seus colegas já trabalhando, e as pessoas te perguntando "e aí, o que anda fazendo?", e você mesmo se perguntando "o que eu ando fazendo?".

É realmente angustiante não ter a barra da saia da mãe (faculdade) para te falar o que fazer, como fazer, mas também é um alívio saber que se quiser, pode ir pra qualquer lugar.

Ainda bem que a minha angústia já diminuiu. Passei em um concurso e estou esperando a convocação. Mesmo não sendo o salário dos meus sonhos, acredito que a experiência que vou adquirir vai valer a pena (espero).

Agora sim, posso ler Freud à vontade... férias para leitura de Psico Organizacional (ebaaaaa).

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